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20/04/2011

Facebook para agências: Let's Be 'in a Relationship'


O Facebook lançou um site de comunidade autônoma (facebook-studio.com) onde criativos de agência de publicidade podem compartilhar ideias, comentar sobre campanhas e aprender o que é preciso para criar uma página de sucesso para uma marca. A comunidade chamada de "Facebook Studio" é uma plataforma destinada as agências e as empresas de relações públicas e mídia.
Executivos do Facebook dizem que este é o primeiro passo para dar, receber e manter o diálogo entre o mundo da publicidade criativa. Até agora, o Facebook tem estado quase que sempre distante das agências, os deixando navegarem pelas águas do Facebook que mudam frequentemente sem uma bússola.
"Precisamos fazer um trabalho melhor de se envolver com as agências", disse Blake Chandlee, chefe da recém-formada equipe de relações de agência, acrescentando que o site focará nas melhores práticas e destacará as campanhas de qualidades. Claro, os usuários comentarão e podem Curtir.
Uma equipe foi contratada em agosto, para facilitar as relações com as agência e se reuniu com as empresas nos últimos seis meses para aprender o que eles precisavam. Junto com o site, o Facebook realizou um evento chamado Studio Live. O próximo evento 'Facebook Studio Live' está previsto para 12 de maio, em Nova York.

Fonte: ProXXIma Update 91

20/11/2010

O que um projeto para internet precisa ter?



A internet é um meio de experimentação. Todos os dias surgem novas ferramentas e novas formas de integrar conteúdos. A capacidade de se reinventar faz da web uma plataforma de teste; por isso quase todos os projetos são chamados de “beta”.

Para as empresas, a percepção é diferente. O projeto web tem que responder as necessidades ou aos objetivos do negócio, por exemplo, vender produtos ou serviços. A web pode ser a principal ferramenta, ou ser o suporte de uma estratégia maior.

Mas existe um porém, as Empresas não estão ouvindo que o consumidor está dizendo. Vamos simular um cenário. Uma empresa de Sapatos Femininos tem um site de e-commerce, tem um bom preço, entrega no prazo, o produto é bom, mas a embalagem é ruim.

As mulheres são o principal foco dessa empresa. Elas compraram o sapato, falam em blogs, comentam em festas, indicam o produto na sua página do Facebook, Orkut, Email, Twitter, etc e fazem uma ressalva: “-...mas a embalagem é péssima, não cabe no meu armário.” A Empresa em questão está super satisfeita com o resultado das vendas e não dá importância para o que as consumidoras estão falando do seu produto, justamente porque os números são favoráveis. 

Não importa o que faça do seu projeto online, se você não criar uma estratégias para “ouvir” o consumidor, seu produto pode ser descartado, por um detalhe. Essa interferência que o usuário tem sobre as Empresas é inevitável e irreversível.

Esteja preparado para ouvir elogios, reclamações e críticas, mesmo as mais pesadas, responda publicamente todos os comentários (principalmente as reclamações e críticas). Evite criar perfis falsos em comunidades para defender seu produto, isso pode ser um tipo no pé. Se puder, crie um perfil da Empresa nas redes de relacionamento ou crie um simples blog. Abra a comunicação, crie meios de ser contatado, ouça.

Respondendo a primeira pergunta, um projeto para internet, não precisa ter, ele precisa ser:
  •  Ser útil para o consumidor,
  •  Ser integrador dos canais de comunicação.

17/11/2010

Uso dos navegadores em 2010




Dados colhidos do site: www.w3schools.com

08/09/2010

E-mail e smartphones acabaram com o horário normal de trabalho

A rotina de trabalho no escritório que começa às 9h e se estende até as 17h ou 18h virou coisa do passado. Por quê?

Você já conferiu sua caixa de entrada do trabalho hoje? É bastante provável que sim. Cada vez mais, parece que as pessoas estão conectadas em regime 24/7.
Os conceitos dia de semana e final de semana foram cultivados por longas décadas. Houve filmes que faziam referência ao horário “normal” de trabalho, como o “9 to 5” (das 9 às 17 – em tradução livre do inglês) e até abreviações como TGIF (thank god it’s Friday – graças a deus é sexta-feira) ganharam uso corriqueiro no dia-a-dia. Tudo isso remetia ao ideario segundo o qual há separação entre os dias de semana e os teoricamente lúdicos dias de sábado e de domingo.
Infelizmente a diferença entre os dias "úteis" e o final de semana fica cada vez menos clara, e pode só fazer sentido na cabeça de alguns seguidores da cultura pop dos anos 80. Em uma pesquisa realizada pelos institutos Harris Interactive o Opinion Matters, dos EUA e do Reino Unido, respectivamente, ficou evidente que o horário padrão das 9h às 17h virou coisa do passado e que, na verdade, não existe mais esse negócio de “dia livre”.
O estudo foi encomendado pela empresa de gestão de tarefas Xobni e revela que 72% dos norte-americanos conferem suas caixas de entrada profissionais mesmo quando estão fora do horário de trabalho. O mesmo pode ser dito de 61% dos ingleses. Entre os americanos, ficou claro ainda que a metade costuma verificar o servidor de e-mails mesmo nas férias. Para 25% dos inlgeses e outros 42% de americanos, nem mesmo estar de licença médica os impede de olhar se chegou alguma mensagem. Entre os avaliados no estudo, também ficou claro que não faz mal nenhum checar a inbox antes de deitar e logo ao acordar.

Não se preocupe, tudo isso faz parte de uma nova forma de trabalho. Nos anos 80, a grande verdade era que, a internet diminuiria nossas horas de trabalho e que teriamos mais tempo para o laser, mas não é bem assim que aconteceu. Apesar de trabalhar com isso todos os dias, (24x7) aos finais de semana eu simplesmente me desconecto e isso não me mata; tá certo, de vez em quando eu acesso meus email pelo celular. A Internet usada como aliada pode ser bem interessante, mas em excesso qualquer coisa faz mal. 


Leia a matéria na integra neste link

Por PC World/EUA

Publicada em 08 de setembro de 2010 às 07h30
Atualizada em 08 de setembro de 2010 às 09h30
 
 
 
ITOO Webmarketing
Rafael Souza

29/07/2010

Mídia Brasileira, panorama geral de 2010

A mídia brasileira registrou um aumento de 27,25% no faturamento publicitário nos cinco primeiros meses do ano, em comparação ao movimento registrado entre janeiro e maio de 2009. Esse é o resultado do mais recente relatório do Projeto Inter-Meios, iniciativa do Grupo M&M que mede os investimentos nos veículos de comunicação. Os números, divulgados nesta terça-feira, 27, mostram ainda que o mês de maio teve uma alta de 31,68%% em relação ao mesmo período no ano passado. Os dados são apurados a partir de informações fornecidas pelos veículos e por auditagem da PricewaterhouseCoopers.

Fonte: Meio & Mensagem
http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=InterMeios__mercado_cresceu_27_porc__de_janeiro_a_maio&origem=mmbymail



Dos dados apresentados, fizemos uma composição entre faturamento e crescimento. Com exceção de “guias e listas” todos os outros veículos cresceram. A Internet em especial cresceu 34,5%, sendo o segundo em crescimento, porém seu faturamento acumulado é 15x menor que a primeira colocada - TV Aberta registrou um crescimento de 34,7% e faturamento de R$ 6,3 Bi (valores contabilizados até maio de 2010).

Minha expectativa não é que esse quadro de proporção mude, porém percebesse que cada vez mais aprendemos a fazer internet (negócios digo) com mais segurança.

Rafael Souza
ITOO Webmarketing

19/07/2010

Mulheres e consumo: antes de comprar, elas consultam as redes sociais



Postado por sophiamind em 09/07/2010 às 13:09

Pesquisa realizada pela Sophia Mind aponta que 63% das entrevistadas usam Orkut, Facebook, Twitter e outros canais para buscar informações antes de adquirir produto ou serviço.

Eletrônicos, revistas e livros são os itens mais consultados por elas

As mulheres já representam a maioria dos usuários de redes sociais no mundo, movimento que não para de crescer. E elas não utilizam as redes apenas para se comunicar com amigos e familiares, ler sobre assuntos de interesse ou para fins acadêmicos ou profissionais. Cada vez mais as mulheres buscam ali informações sobre produtos e serviços. Uma pesquisa realizada pela Sophia Mind, empresa de inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 3.274 mulheres com idades entre 18 e 60 anos, residentes no Brasil, na Argentina e no México, além de latinas residentes nos Estados Unidos, revela que 63% delas recorrem às redes sociais para pegar informações antes de fecharem uma compra. E para 70% delas a chance de comprar um produto ou contratar um serviço é bem maior se ele for recomendado por um amigo em redes sociais.

Os eletrônicos são os produtos mais consultados por elas nas redes – 66% consideram importante trocar informações sobre eles na web antes de adquiri-los. Quarenta e oito por centro fazem o mesmo com revistas e livros; 47%, com músicas; 45%, com filmes e produtos relacionados a turismo; e 42%, com cosméticos. Já no caso de joias, a grande maioria delas (89%) considera ser esta uma escolha pessoal.

As brasileiras (66%) e as latino-americanas (56%) são as que mais contribuem com suas experiências em redes sociais na hora de recomendar ou não um produto ou serviço. E em todos os países pesquisados o índice de comentários positivos é maior do que os negativos. Outra semelhança entre as mulheres desses países é que 50% delas podem desistir de uma compra se um produto ou serviço não for bem avaliado nas redes sociais.

Redes sociais que mais influenciam as decisões de compra – Na Argentina, nos Estados Unidos e no México, 87% das mulheres acessam semanalmente o Facebook, e 25% delas afirmam que já realizaram compras baseadas em comentários ou indicações de amigos dessa rede social. O Twitter aparece em segundo lugar, com 17% de influência. A publicidade também tem maior influência no Facebook: 18% das entrevistadas já compraram produtos com base em mensagens ou anúncios recebidos por esse canal. Ainda sobre o Facebook, uma em cada cinco mulheres já desistiu de uma compra por ter lido comentários negativos sobre algum produto ou serviço.

Já no Brasil, o Orkut permanece como a rede social com maior penetração entre as mulheres: 85%. Sonico, Twitter e Facebook empatam em segundo lugar, com cerca de 21%. Vinte e nove por cento das brasileiras já compraram com base em anúncios ou mensagem de empresas no Orkut e 21% já deixaram de consumir algum produto em função de comentários negativos.

ITOO Webmarketing
Rafael Souza