
Os projetos online para o mercado farmacêutico sempre (pelo menos por enquanto) são considerados de segundo plano. Nenhum gerente de produto pensa na internet como a saída fabulosa para atingir seu público alvo, pelo contrário. A ferramenta internet para eles sempre será: “a põe um site ai para SE o médico procurar” - (claro que toda regra tem sua exceção, nem todos pensam assim).
Como analisamos o mercado de internet, o médico pertence à classe A e A+, por tanto estatisticamente, 98% desse público acessa a internet. Já sabemos que por experiências colhidas dos REPS, o médico não necessariamente acessa internet do consultório. Uma pesquisa minha realizada em 2005 com 120 médicos, perguntei-lhes em que faixa de horário eles costumavam acessa a internet.
Dessa pesquisa o resultado foi percebido como: Trinta e seis por cento dos médicos acessam a internet antes das consultas, logo pela manhã. Dezenove por cento deles responderam que acessam mais de casa e 6% acessa do consultório. O mais interessante é que temos percebido é que os médicos estão se rendendo a internet uma vez que ela pode facilitar-lhe a vida. Médico ao contrário de nós tem sua ferramenta de trabalho pessoas e pessoas não estão na internet, ou melhor, estão, mas não da maneira correta.
As possibilidades são as mais variadas possíveis, o que temos que entender é o tamanho dessa oportunidade. Existem hoje, certa de 550 indústrias farmacêuticas, 112 ativas no Brasil com cerca de 3400 produtos (PR,2007), 150 novos lançamentos por ano, o que nos dá uma margem significativa para entender o crescimento dos projeto online.
O trabalho em si é apresentar uma proposta coesa e bem alinhado com as pretensões do GP não esquecendo o objetivo principal da estrutura de criar um projeto que viva, e que não seja mutável, assim defendemos uma estrutura saudável e longe línea. O Gerente de Produto sempre vai entender que o universo gira entorno do seu umbigo criando resistência para qualquer novo produto ou serviço inovador. Além disso, os projetos devem estar alinhados com as regulamentações da ANVISA portarias, 102 e 144.
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22/11/2007
Análise para o Mercado Farmacêutico x internet
Postado por
Rafael Souza
às
05:45
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